Autobiografia de uma pulga

“Autobiografia de uma Pulga” é um livro erótico que foi publicado em Londres em 1885, provavelmente pelo renomado editor de pornografia Charles Carrington.

A Autoria Misteriosa

Embora o verdadeiro autor seja desconhecido, há indícios de que tenha sido escrito por um advogado inglês bem conhecido na época.

Existem várias hipóteses sobre a verdadeira identidade do autor, sendo o nome mais provável o de Stanislas de Rhodes, que também é creditado como autor de outros três títulos de literatura erótica.

Uma Crítica à Sociedade Vitoriana

O livro é uma sátira e crítica à hipocrisia e à moralidade excessivamente restritiva da sociedade vitoriana, incluindo a Igreja. A história é narrada por uma pulga que, ao saltar de um cachorro para uma jovem, começa a observar as aventuras sexuais que ocorrem ao seu redor.

A narradora é um personagem irônico e divertido que não tem escrúpulos em expor as atividades sexuais dos personagens, independentemente de sua posição social ou religiosa.

Temas Abordados

Além dos temas de prostituição, adultério e incesto, a obra também aborda questões como poder, corrupção e hierarquia social, explorando a complexidade da vida na sociedade vitoriana, suas normas e valores sexuais.

Controvérsia e Provocação

O livro é considerado controverso e provocativo devido às suas descrições explícitas de sexo. As cenas são descritas de maneira intensa, tornando-se tão explícitas quanto as que vemos em produções pornográficas contemporâneas.

O livro pode ser desafiador para alguns leitores, mas é uma leitura interessante e provocativa para aqueles que estiverem abertos a ela.

Conclusão

Em resumo, “Autobiografia de uma Pulga” é uma obra única que desafia as convenções sociais da época vitoriana, oferecendo uma crítica à hipocrisia e à moralidade excessivamente restritiva da sociedade.

É um livro que certamente não é para todos, mas que desperta a curiosidade, reflexão e porque não, tesão.

Abaixo, deixo dois trechos do livro para dar uma ideia do estilo da obra

Descrição da imagem

Bella e o Padre Ambrose

“Oh, santo Cristo! Eu vou gozar! — exclamou (…) Depois estremeceu perceptivelmente, e com gemidos baixos e curtos, seguidos por gritos histéricos, seu pênis, em obediência à provocação da jovem dama, começou a jorrar um volumoso fluido espesso e grumoso.

Bella, sensível às erupções, que agora espirravam jato após jato em sua boca e escorriam numa correnteza por sua garganta abaixo, ouvindo os gritos de seu companheiro e percebendo com intuição imediata que ele desfrutava do efeito mais intenso que ela poderia provocar, continuou esfregando e comprimindo até ficar engasgada com a descarga viscosa, e quase sufocada pela sua abundância, foi obrigada a largar aquela seringa humana, que continuou a cuspir seus jatos no rosto dela.

— Santa Mãe de Deus! — exclamou Bella, cujos lábios e face estavam lambuzados com a porra do padre. — Santa Mãe! Que prazer eu tive… e o senhor, meu Padre, eu não lhe dei o precioso alívio pelo qual o senhor ansiava?

O padre Ambrose, agitado demais para responder, ergueu-a em seus braços e pressionando-lhe a boca lambuzada à sua própria, sugou úmidos beijos de gratidão e prazer.”

Dupla Jouissance

Ambos os homens se levantaram. Bella estava envolvida em seus abraços, dois membros grandes e duros pressionavam-se contra seu corpo macio. Eles a conduziram até o sofá.

Ambrose se deixou cair de costas. Bella montou sobre seu corpo, tomando aquele pênis de garanhão em sua mão e metendo-o em sua própria fenda.

O sr. Verbouc assistia. Bella agachou-se até que a enorme arma estivesse inteiramente alojada.

Depois ela se deitou sobre o corpulento padre e começou uma ondulante e deliciosa série de movimentos.

O sr. Verbouc via sua linda bunda subir e descer, separando-se e fechando-se a cada impulso sucessivo.

Ambrose havia se introduzido até o cabo, isso era evidente, pois suas grandes bolas pendiam logo abaixo, e os lábios carnudos das partes em flor de Bella desciam sobre ambas a cada vez que ela se deixava cair sobre o homem.

A visão se revelou demasiada para ele que subiu no sofá, apontou seu pênis longo e tumefeito para o traseiro da Bella e, com pouca dificuldade, conseguiu acomodar seu comprimento extremo nas entranhas dela.

A bunda dela era volumosa e macia como veludo, e tinha a pele branca como alabastro. Verbouc, porém, não se deu ao trabalho de parar para contemplá-la.

Seu membro já estava introduzido, e ele sentiu a estreita compressão do musculatura da pequenina entrada agir sobre si como nada mais no mundo o faria.

As duas picas se esfregavam com apenas uma fina membrana as separando. Bella sentiu o efeito enlouquecedor dessa dupla jouissance (dupla penetração).

A excitação adquiria formidáveis contornos, até que, por fim, o êxtase do combate em si provocou seu próprio alívio e torrentes de porra inundaram Bella.

Depois disso, Ambrose descarregou duas vezes na boca de Bella (…) Sentada à beira de uma poltrona, ela recebeu-os de pé diante de si, de modo que suas armas rijas estava quase à altura de seus lábios coralinos.

Tomando, então a glande aveludada em sua boca, empregou suas suaves mãos para acariciar, bolinar e excitar a haste e seus apêndices.

Desse modo, toda a potência dos nervos de seus companheiros foi empregada, e com os pênis ardentes na boca dela, eles se deliciaram com a lúbrica titilação, até que os toques indelicados de Bella se provaram demasiados, e em meio a suspiros de emoção extática, sua boca e garganta foram subitamente inundadas por uma corrente jorrante de porra.

A glutona engoliu tudo. Teria feito o mesmo por uma dúzia, se tivesse a oportunidade

Leia também:

Indicação de Livros Eróticos

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *